SINTEAC alerta para avanço do adoecimento emocional entre profissionais da educação em Brasiléia

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Reportagem: Helizardo Guerra A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (SINTEAC) em Brasiléia, Sebastiana, foi a convidada da semana do programa DEFRENTECOMANOTÍCIA e chamou atenção para os desafios enfrentados pelos profissionais da educação no município, com destaque para…

Helizardo Guerra Por Helizardo Guerra Jornalista · Editor-chefe
SINTEAC alerta para avanço do adoecimento emocional entre profissionais da educação em Brasiléia

Reportagem: Helizardo Guerra

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (SINTEAC) em Brasiléia, Sebastiana, foi a convidada da semana do programa DEFRENTECOMANOTÍCIA e chamou atenção para os desafios enfrentados pelos profissionais da educação no município, com destaque para o crescente número de casos de adoecimento emocional entre os servidores da rede pública.

Durante a entrevista, a dirigente sindical destacou que, embora o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) tenha sido aprovado em 2024, a categoria entende que o documento ainda precisa passar por novos debates e reformulações para atender às demandas atuais dos trabalhadores da educação e garantir maior valorização profissional.

Segundo Sebastiana, uma das maiores preocupações do sindicato está relacionada à saúde mental dos professores e demais servidores da educação, que convivem diariamente com sobrecarga de trabalho, pressão emocional e excesso de responsabilidades dentro das unidades escolares.

“A maior dificuldade aqui em Brasiléia é a saúde do servidor, principalmente a saúde mental. Os professores estão adoecendo e isso precisa ser tratado com seriedade pelo poder público”, afirmou a presidente do SINTEAC.

A sindicalista também comentou sobre o movimento grevista realizado em Rio Branco, onde profissionais da educação municipal seguem mobilizados em defesa de pautas relacionadas ao PCCR, reajuste salarial e melhores condições de trabalho.

De acordo com Sebastiana, além das reivindicações salariais, é fundamental que o poder público amplie políticas de assistência e cuidado emocional aos servidores da educação, assegurando acompanhamento psicológico, melhores condições no ambiente de trabalho e valorização efetiva da categoria.

A presidente reforçou ainda que o diálogo entre gestão pública e trabalhadores da educação é indispensável para enfrentar os desafios vividos diariamente nas escolas e garantir mais qualidade de vida aos profissionais do setor.

Fonte: De Frente com a Notícia

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